Atlas dos Vales do Silício
Cartografia comparada das apropriações globais e brasileiras da metáfora
Como a expressão “Vale do Silício” passa a designar cidades, bairros e regiões tão diferentes? Explore os casos reunidos por Marcel Fantin e Matheus de Souza Oliveira da Veiga.
Selecione um ponto para ler o verbete. Um círculo numerado reúne pontos próximos. Use as setas e as teclas + e − para navegar pelo mapa.
Diagnóstico da base cartográfica
Leitura comparadaComparar duas fichas
Escolha dois casos de qualquer recorte. Observe como o mecanismo territorial, o papel do Estado e as fontes variam entre eles.
Como ler a cartografia
Os períodos, as formas de apropriação da metáfora e as avaliações de evidência reproduzem o Anexo C. Uma aspiração governamental, uma marca de startups e uma hipótese de pesquisa têm sentidos distintos no levantamento.
Uma ficha pode reunir mais de uma localidade. As coordenadas em WGS 84 situam o caso na escala indicada em cada ponto. Para corredores, regiões e políticas nacionais, a ficha identifica o ponto usado como referência. As fichas identificam a fonte de cada coordenada. As sedes municipais brasileiras e Brasília foram localizadas com os dados do IBGE (Censo 2022). Para os topônimos internacionais, foram usados o GeoNames e as fontes locais indicadas.
FANTIN, Marcel; VEIGA, Matheus de Souza Oliveira da. Vale do Silício: seis décadas de tecnologia, imprensa e poder. Atlas dos Vales do Silício, Anexo C, p. 368–374.