Indústria no emprego paulista
37,2% → 17,1%Participação no total formal do estado · 1985 / 2024IEDI (2026), no livro, p. 196 ↗Atlas temático São Paulo / economia, território e trabalho
Inovação e
desindustrialização
no Estado de São Paulo
Os parques se consolidam. A indústria se transforma.
Que capacidades o território conserva, perde e consegue criar?
01 / Indicadores em perspectiva
Mais lugares de inovação.
Qual transformação produtiva?
Leia o peso da indústria, a distribuição do emprego e as mudanças empresariais junto das capacidades que os territórios conseguem mobilizar.
São Paulo na indústria brasileira
47,8% → 31,9%Participação no emprego manufatureiro nacional · 1985 / 2024Morceiro (2026), no livro, p. 197 ↗Indústria nos dez municípios
299.194Vínculos na transformação · extração comum RAIS/Seade · 2025Fantin e Veiga (2026), p. 205–206 ↗Os dois primeiros indicadores atravessam a mudança de captação da RAIS em 2022. Os gráficos mostram seus recortes e denominadores. Cada série pode ser consultada também em tabela.
Leitura das relações
Quais capacidades mudaram de destino?
O livro identifica processos que podem coexistir no mesmo território. A contribuição de um parque aparece nas atividades, nas equipes e nas relações que ele ajuda a tornar possíveis.
Herdar
O ITA, o INPE e a indústria aeronáutica constituíram capacidades anteriores ao parque joseense. Essa história integra a explicação da localização e das possibilidades do empreendimento.
Ler o território de São José dos Campos →Fantin e Veiga (2026), p. 136–145 ↗Perder
A falência da Engesa atingiu uma organização capaz de integrar veículos terrestres. A reutilização do imóvel pela Embraer deve ser lida junto do destino das funções, das equipes e dos fornecedores.
Acompanhar a trajetória da Engesa →Fantin e Veiga (2026), p. 329 ↗Recompor
A SIATT mobilizou experiência de uma equipe com trajetória anterior. O apoio do parque é examinado pelo mecanismo de reorganização e pelas atividades que puderam continuar.
Acompanhar a recomposição da SIATT →Fantin e Veiga (2026), p. 140 e 332 ↗Acrescentar
O Laboratório de Estruturas Leves tornou acessíveis funções de pesquisa, ensaio e desenvolvimento. Sua contribuição pode ser investigada nos projetos, nos usuários e no trabalho realizado.
Conhecer a atividade do laboratório →Fantin e Veiga (2026), p. 140–141 ↗Do indicador à trajetória
Quando uma empresa sai,
o que fica disponível para o próximo projeto?
Equipes, equipamentos, fornecedores e decisões de projeto têm destinos próprios. O inventário acompanha esses destinos nas catorze trajetórias do livro.
02 / Geografia paulista da complexidade
O que existia antes dos parques?
Universidades, oficinas, fábricas, laboratórios e sistemas de fornecedores formaram combinações territoriais diferentes. Os perfis permitem acompanhar essa herança e as funções documentadas dos parques.
Os dez municípios-sede têm perfis analíticos. Outros 34 registros municipais apoiam a consulta das séries históricas. O livro adota treze empreendimentos com fichas documentais, quatro deles em Campinas. As datas distinguem a formação das instituições, a instalação dos parques e seu credenciamento. Nota de leitura, p. 3 ↗
03 / Inventário das capacidades
A marca desaparece.
E o conhecimento organizado?
Falência, aquisição, transferência de linha e recomposição de equipe têm consequências diferentes. Explore o que cada trajetória informa sobre produção, trabalho qualificado, instalações e continuidade tecnológica.
A seleção documental reúne 14 trajetórias do Anexo 3, incluindo as nove retomadas no Anexo 2. Os registros preservam o universo empresarial ou fabril de cada número e os períodos informados pelas fontes. Inventário, p. 328–335 ↗
04 / Duas histórias no mesmo território
O calendário dos parques acompanha
o calendário das capacidades?
Percorra a formação científica e industrial, os marcos da política de inovação, as crises e as recomposições empresariais. Cada acontecimento abre sua fonte e seus lugares no mapa.
05 / Cartografia dos processos
Onde se cruzam a herança,
a perda e a recomposição?
Selecione um ponto para consultar as fichas ligadas ao lugar. As referências municipais e as instalações identificadas conservam sua escala de localização.
Selecione um ponto para ver os registros associados. Um círculo numerado reúne pontos próximos. Use as setas e as teclas + e − para navegar pelo mapa.
Diagnóstico da base cartográfica
06 / Documentação
Qual evidência sustenta
cada leitura do território?
O painel aproxima as escalas do livro e conserva a origem dos números, das classificações e dos acontecimentos.
Emprego e participação
Os vínculos da RAIS se referem ao estabelecimento e ao fim do ano. A participação paulista no Brasil, a participação do interior no estado e o peso da manufatura no município têm denominadores próprios. O painel identifica esses universos em cada gráfico.
Os cortes históricos preservam as séries publicadas no livro. A base comum de 2022–2025 tem tabelas próprias. A transição para o eSocial em 2022 acompanha as visualizações que atravessam essa mudança.
Fantin e Veiga (2026), p. 197–199 e 320–325 ↗Complexidade tecnológica territorial
O conceito acompanha a capacidade de combinar conhecimentos, trabalho, instituições e infraestrutura para pesquisar, projetar, testar, produzir, integrar e manter sistemas. Aqui ele organiza perfis e relações documentadas entre lugares.
A avaliação considera atividades realizadas, continuidade de equipes e acesso a competências. Os mapas explicam essas configurações por meio de fichas, fontes e escalas explícitas.
Fantin e Veiga (2026), p. 19–22 ↗Contribuições e temporalidades
Formação de uma instituição, inauguração de um prédio, credenciamento e execução de um projeto aparecem como acontecimentos distintos. Os indicadores dos parques trazem ano e modalidades de participação informados na fonte.
O inventário acompanha separadamente funções produtivas, controle empresarial, trabalho e espaço físico. “ND” indica informação não localizada ou não desagregada na fonte. A seleção de casos é histórica e documental.
Fantin e Veiga (2026), p. 259 e 328–335 ↗Georreferenciamento
Os pontos municipais representam os lugares citados no livro. As instalações com referência institucional identificada recebem sua própria indicação. Cada ficha informa fonte da coordenada, precisão e relação com o acontecimento.
Os limites do IBGE, quando exibidos, fornecem contexto territorial. O leitor pode consultar todos os vínculos e suas notas na exportação GeoJSON.
Fantin e Veiga (2026), p. 189–194 ↗Obra de referência
Territórios da inovação, territórios da perda
FANTIN, Marcel; VEIGA, Matheus de Souza Oliveira da. Territórios da inovação, territórios da perda. Parques tecnológicos, desindustrialização e complexidade produtiva no Estado de São Paulo. Edição integral corrigida fornecida pelos autores, 2026. 338 p.
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