
Instituto de Arquitetura e Urbanismo · USP
São José dos Campos: da missão nacional ao evangelho da inovação
Marcel Fantin e Matheus de Souza Oliveira da Veiga
São Carlos · IAU/USP · 2026
ISBN 978-85-66624-68-7 · DOI 10.11606/9788566624687
São José dos Campos / Ciência, trabalho e território
Como uma cidade construída por ciência pública, indústria e formação técnica passa a se narrar como ecossistema, marca e cidade inteligente? Explore as camadas, os atores e as escolhas que produzem esse território.
Uma leitura visual de São José dos Campos: da missão nacional ao evangelho da inovação
Marcel Fantin e Matheus de Souza Oliveira da Veiga · IAU/USP, 2026
Conhecer o argumento do livro →

01 / Um livro para ver relações
Oito leituras aproximam capacidades técnicas, decisões públicas e vida urbana. Selecione uma questão e acompanhe as relações que cada quadro ajuda a revelar.
02 / Tempo e permanência
Da cidade sanatorial aos projetos contemporâneos, a cronologia relaciona instituições, empresas e transformações urbanas. Datas, períodos e propostas aparecem com seu contexto e suas fontes.
03 / Capacidades e contradições situadas
Localize pesquisa, produção, formação e vida urbana. As fichas conectam lugares às páginas do livro, distinguindo pontos de referência, escalas e limites de precisão.
04 / Livro, curadoria e documentação
As fontes acompanham cada visualização. Esta seção reúne o livro integral, a seleção dos quadros e os critérios de interpretação e georreferenciamento.

Instituto de Arquitetura e Urbanismo · USP
Marcel Fantin e Matheus de Souza Oliveira da Veiga
São Carlos · IAU/USP · 2026
ISBN 978-85-66624-68-7 · DOI 10.11606/9788566624687
A seleção privilegia relações institucionais, escolhas urbanas e condições de acesso. A cronologia ganhou uma seção própria; os quadros de mobilidade foram reunidos em um comparador. As fotografias são documentos da pesquisa, e a conclusão aparece explicitamente como agenda proposta.
| Leitura visual | Páginas | Material de origem |
|---|---|---|
| Território em camadas | 239–240 → | Síntese geral da cartografia institucional |
| Circuitos do poder | 241–250 → | Quadros de atores e quatro fluxos institucionais |
| Paisagens da promessa | 122, 137–138, 246, 248, 274 → | Fotografias, organizações do Parque e urbanismo da inovação |
| Mobilidade em disputa | 272, 274, 276 → | Troca de modais, cadeia institucional do VLP e narrativas urbanas |
| Trabalho e acesso | 154, 195, 243, 249 → | Retrato de 2016, formação, trabalho e bairros populares |
| Vozes e tensões | 282, 295–296 → | Cartografia dos diálogos, convergências e tensões |
| Cinco futuros para 2035 | 264–266 → | Mobilidade nos cenários futuros do IPPLAN |
| Novas missões públicas | 194–199 → | Síntese editorial da agenda da conclusão |
| Linha do tempo crítica | 222–225 → | Cronologia do Apêndice B, com complementos dos capítulos |
Comece pelas camadas, percorra a cronologia e observe a localização das instituições.
Abrir as camadas →Leia as fotografias, compare os modais e examine as condições de acesso ao estudo e ao trabalho.
Ler as paisagens →Confronte as vozes do livro com os cinco futuros e as seis missões democráticas.
Explorar os diálogos →Os pontos servem para localizar as referências discutidas no livro. Endereços, coordenadas, escala e grau de precisão estão documentados nas fichas. Um ponto de campus ou bairro não equivale a seu limite cadastral.
A base geográfica contemporânea é usada para orientar a leitura de instituições e processos de diferentes períodos. O mapa não reconstrói automaticamente a paisagem de cada data nem desenha perímetros ou trajetos hipotéticos.
O motor cartográfico reaproveita os recursos do Atlas: base local Natural Earth e detalhamento de ruas OpenStreetMap/OpenFreeMap quando disponível. Os dados da nova aba ficam disponíveis em GeoJSON.
A seleção reúne 14 referências. Para os bairros Jardim São José II e Frei Galvão, foram utilizados vértices de memoriais municipais, convertidos para coordenadas geográficas e identificados como referências cadastrais. Eles não são centroides nem limites dos bairros. As outras fichas detalham as fontes institucionais e cartográficas utilizadas.
A capa e as fotografias foram extraídas do arquivo fornecido, preservando seus registros. A capa é uma composição interpretativa, explicada pelos autores na p. 3. Os registros do Nexus, do Arco e do VLP recebem os créditos de Marcel Fantin e os anos indicados nas legendas do livro.
A cronologia segue a distinção do capítulo histórico entre GOCNAE (1961), CNAE (1963), Instituto de Pesquisas Espaciais (1971) e a denominação Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (1990), apresentada na p. 54. O início do desenvolvimento do Bandeirante aparece com datas diferentes nas pp. 37 e 43; a seleção utiliza o marco de 1968 relatado na p. 44, sem convertê-lo em data de primeiro voo.
O arquivo utilizado possui 301 páginas. A ficha catalográfica informa 300 páginas; os links seguem a posição no PDF, coincidente com a numeração impressa nas páginas citadas. A identificação editorial usa o DOI 10.11606/9788566624687 e o ISBN-A 978-85-66624-68-7 apresentados no registro principal do Portal de Livros Abertos da USP.
Os pictogramas e diagramas desta aba são desenhos editoriais. Eles não substituem os documentos originais nem sugerem precisão cartográfica onde o livro apresenta esquemas ou interpretações.
As fontes institucionais complementares de localização estão identificadas em cada ficha cartográfica. Os quadros, relatos e interpretações permanecem atribuídos aos autores do livro.